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O Despertar

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O Despertar

Mensagem por Vesatiro em Qui Jun 02, 2016 12:52 pm

O DESPERTAR
Aos 14 anos, eu era muito tímida e não me sentia muito a vontade com os meninos da escola e da turma da rua, não frequentava as festas da escola e não era muito de ficar na rua, ainda não sabia ainda nem o que era beijar na boca, mas já havia descoberto a masturbação e vivia imaginando como seria transar e era muito fogosa, achava que casaria virgem, e pretendia me guardar e esperar por um momento mágico e romântico, um verdadeiro conto de fadas e o medo de perder a virgindade inibia o desejo de me entregar, enquanto isso eu sonhava e me virava sozinha me masturbando.
Certo dia eu estava na porta de casa conversando com uma colega da escola e o cachorro da vizinha que era um vira latas, começou a trepar com uma cadela bem no meio da rua, alguns meninos que estavam por ali, cercaram os cães e ficaram observando e fazendo piadinhas, nós duas disfarçava-mos enquanto observava-mos e confesso ter ficado bastante curiosa com a cena, o cachorro montava a cadela e ficava estocando tentando enfiar, eu podia ver a ponta do pau dele saindo, a cadela era um pouco mais alta que o macho e a diferença de altura entre os dois dificultava que ele a penetrasse e permitia certa visão, de repente uma tentativa deu certo e percebemos que ele conseguiu enfiar, ele acelerou as estocadas por um tempo e depois foi diminuindo de ritmo até parar extasiado e ofegante, permaneceu estático ainda sobre o dorso da cadela e em seguida desmontou para o lado passando uma das patas traseiras por cima dela e ficaram atrelados, os meninos que ainda estavam ali a volta dos dois tentaram expulsa-los  e isso fez com que chegassem até perto de onde estávamos, eu sentia um misto de excitação, curiosidade e vergonha, ao se aproximar de nós, pudemos notar que o pau do cachorro estava todo enfiado na cadela mas uma parte fina e vermelha estava visível, eu imaginei que era a cadela que prendia o pau dele através de algum tipo de pressão interna e não o deixava sair, de repente ao se forçarem em sentidos opostos eles se soltaram e o pau dele saiu, fiquei impressionada pelo tamanho que estava, era muito maior do que parecia antes de penetrar na cadela, tinha um vermelho forte cor de carne e estava todo lambuzado, era enorme, não sei como coube naquela cadela, devia ter no mínimo uns 18 cm e na base tinha uma espécie de bulbo bem mais largo, imaginei que aquele bulbo era o responsável pelo atrelamento, o cachorro respirava ofegante e parecia até sorrir de satisfação, aquele cacete enorme balançava de acordo com sua respiração e soltava jatos de líquido pelo chão. Eu continuei disfarçando fingindo estar horrorizada pela visão, mas sentia muito excitada e atraída, nunca havia sentido tamanho tesão, tive que disfarçar para que minha colega não notasse, os meninos ficaram comentando a situação dos cães e voltaram a fazer piadinhas de mau gosto e resolvemos entrar em casa, ficamos falando sobre o ocorrido por algum tempo, minha amiga também parecia muito interessada no ocorrido e falamos sobre o fato por um longo tempo, eu me sentia úmida e sentia que minha calcinha estava  molhada, tanto que tive receio de que a umidade vazasse da calcinha para o short, não queria que ela percebesse e tratei de despacha-la e me despedi. Fui direto para o chuveiro me masturbar, quase perdi a virgindade com o cabo da escova de pentear tamanho era meu tesão, a visão daquele cacete não saía da minha mente, me masturbei por vários dias pensando nisso.
Os dias se passaram e as férias chegaram e como de costume fui passar uns dias na casa da minha tia no interior, eu tinha dois primos com menos idade que eu, era meio como se fosse uma irmã mais velha para eles, me sentia uma criança quando estávamos juntos, eles me adoravam e sempre os ensinava as brincadeiras da escola, nos divertíamos muito. Na casa tinha um cão mestiço parecido com um Goldem, de médio porte e devia ter entre um ano e meio ou dois de idade, de pelos médios cor de caramelo, se chamava Sacaroba, meu tio costumava dar nomes estranhos aos seus cães, ele era muito moleque e brincalhão, dócil e obediente, e muito esperto, durante o dia ele ficava amarrado por uma corda que era presa a um cabo onde podia percorrer um terço da varanda e durante a noite ficava solto pelo quintal dos fundos da casa.
 Certa tarde, estávamos na varanda montando um trensinho e na medida em que os trilhos iam se encaixando a ferrovia foi ficando cada vez maior e mais próxima de onde o cachorro estava preso e inevitavelmente ele podia se aproximar de nós, cada vez que chegava-mos próximo dele, ele pulava sobre nós querendo brincar e o afastava-mos empurrando-o e repreendendo-o, em determinada ocasião o trensinho saiu dos trilhos e tive de ficar bem próxima dele, fiquei de quatro com uma das mãos apoiada no chão e a outra consertando o trem, de repente senti o Sacaroba subir nas minhas costas e concentrada em consertar o brinquedo não o contive e deixei que ele continuasse brincando, meus primos começaram a dar gargalhadas, foi quando percebi que o safadinho estava abraçado à minha cintura e estocando, assustada e com vergonha me levantei rapidamente reprimindo-o, até então eu não havia imaginado fazer algo com aquele cão, mas aquilo foi como um gatilho que disparou a bala do desejo, de imediato veio a lembrança a cena daqueles cães transando e me excitou muito mas ainda era muito distante a ideia de ter algum tipo de relação com um cão, mas aquela montada me fez acender,  a imaginação e a curiosidade me trouxeram uma certa inquietação.
Algumas horas depois, as crianças tomaram banho e já se mostravam sonolentos diante da TV, tinham o costume de se deitar cedo, fui esperar minha tia que logo chegaria do trabalho e fiquei sozinha com meus pensamentos que me consumiam e me deixavam cada vez mais excitada, pensava até onde eu poderia ceder às investidas daquele cão, talvez eu o deixasse me lamber ou me montar estando vestida e protegida, talvez eu pudesse toca-lo e explorar o seu pau e quem sabe até chupa-lo também, enquanto eu me consumia em pensamentos, desejos e medos, me sentia culpada e receosa, culpada por saber que aquilo não era uma relação normal e receosa por ainda ser virgem e não fazia parte dos meus planos perder minha virgindade para um cão, mas tomada pelo desejo que me dominava e me fazia arder, toquei minha vagina e senti que estava molhada e fui varanda decidida a tirar a prova, antes, me troquei e vesti o pijama de blusa e short de algodão já relaxado pelo tempo de uso e tratei de não por a calcinha, quando abri a porta que dava para a varanda, ele fez a festa costumeira marchando com as patas dianteiras e abanando o rabo, ele era muito afoito e parecia que estava à minha espera, quando eu me aproximei pela sua frente ele começou a pular tentando me alcançar com as patas dianteiras, mas amarrado não me alcançava, dei um tempo para que sua euforia diminuísse e comecei acaricia-lo na cabeça e ele se conteve e fui descendo as carícias pelo dorso até chegar à coxa traseira, ele se deitou com a barriga para cima e me agachei e toquei no seu pau, ele paralisou e deixou que eu continuasse, passei a mão por sobre o seu pau e segurei sentido o formato, ele parecia estar excitado e gostava muito do meu toque, continuei bem devagar como se estivesse masturbando-o e pude sentir o tamanho do seu pau que parecia estar ganhando certa proporção e senti também o bulbo, com a ponta dos dedos tentei masturba-lo com mais vigor e vi a ponta do pau saindo pra fora até a metade, ele estava bem quieto e parecia gostar cada vez mais, não o masturbei muito e ele levantou-se demonstrando maior interesse e agarrei novamente seu pau e o masturbei com mais intensidade e ele começou a estocar na minha mão agarrando-se no meu braço, não parei e seu pau cresceu muito mais na minha mão e expeliu jatos de um líquido fino e incolor como água e com um forte odor bem característico, que logo lambuzou a toda minha mão e ele começou a lamber o próprio pau, ainda agachada passei minha mão lambuzada na minha xana e abria bem as pernas afastando o pijama para o lado me expondo bem na frente do focinho, ele me cheirou e me arrepiei toda sentindo seu focinho gelado e úmido encostando na minha xana que ardia como brasa, sem cerimônia ele começou a me lamber como se estivesse tomando água, sua língua era áspera e ágil, ele se interessou tanto que eu podia sentir que ele enfiava a língua dentro de mim, ainda na sua frente eu escorei os joelhos no chão me abrindo ainda mais e ele explorava cada centímetro da minha região genital me deixando toda melada com sua baba, ele não parava de lamber parecia que queria mergulhar para dentro de mim, eu estava trêmula de tanto prazer, foi algo extraordinário, eu achava que iria explodir de prazer e ao mesmo tempo me preocupava em conter meus gemidos, eu estava quase gozando na sua boca quando ele tentou me montar colocando as patas nos meus ombros, àquela altura, instintivamente ele já sabia o que acontecia e gostava daquilo e queria enfiar seu pau em algum lugar, ele tentou estocar na minha cara e trêmula me levantei e tentei acalma-lo, assim que me levantei ele continuou procurando minha xana com o focinho me cheirando e tentando me lamber mesmo sobre o short, me afastei saindo do seu alcance que era restrito pela corda que o amarrava, de pé virei de costas para ele e novamente me descobri puxando o short para o lado expondo minha bunda e deixando que ele continuasse a me lamber, muito excitada me pus de quatro na sua frente e fui me aproximando com a bunda voltada para ele, novamente ele ficou procurando minha xana com o focinho, novamente afastei o pijama para o lado me expondo e deixei que ele me lambesse mais, ele ia fundo com a língua e me lambia toda, me arreganhei e empinei a bunda dando a ele tudo o que podia, ele sorvia minha xana e revezava as lambidas também em meu ânus, novamente quando eu senti que ia gozar, ele me montou novamente e permiti chegando mais perto mais perto dele, ele me agarrou pela cintura com força, sentia suas unhas me arranhando e ele me montou escorando o pescoço sobre meus ombros e iniciou suas estocadas com força e rapidez, eu podia sentir a ponta do seu cacete roçando minha bunda e tentando enfiar na minha xana com vigor, mas o short não permitia a penetração, podia sentir se pau batendo no meu rabo procurando minha fenda, ele ficou tentando por alguns minutos e senti que os movimentos diminuíram e sua respiração estava ofegante, meu pescoço estava todo cheio de baba que escorreu da sua boca, senti que seu abraço estava mais relaxado e pensei: será que ele gozou? Eu o empurrei para o lado e me levantei, foi quando tomei um susto enorme, o cacete dele estava todo exposto, era enorme e maravilhoso, fiquei ainda mais excitada pela visão, ele respirava ofegante e aquele mastro balançava no ritmo de sua respiração e soltava jatos em maior quantidade que faziam uma poça no chão, sem controle sobre o tesão que me dominava não contive a vontade de abocanhar tudo aquilo, bem devagar toquei no seu pau e o direcionei para minha boca, ele hesitou de inicio e tentou escapar, mas permitiu que eu explorasse e fui lambendo primeiro pelos lados passando a língua devagar sem deixar que ele jorrasse dentro da minha boca, achei um gosto forte mas não me enojei e fui avançando mais ate engolir praticamente todo aquele mastro vermelho e pulsante, era incrível senti-lo na boca e sentir seus jatos enchendo a minha boca que tratei de engolir, queria muito que ele me comesse ali naquele momento, eu ardia em brasa e desejava muito ser penetrada, minha xana estava escorrendo e me sentia toda lambuzada, virei minha bunda novamente para ele e abaixei o short até as coxas e deixei ele me chupar de novo, novamente ele me sorveu com vontade, me arreganhei o máximo que pude para dar liberdade às sua investidas e senti meu gozo chegando, foi um orgasmo indescritível, prolongado como nunca havia experimentado antes, foi difícil conter meus gemidos parecia um gozo interminável que me deixou de fato extasiada e satisfeita, ainda trêmula, depois que gozei foi que comecei a perceber que havia um mundo real ao meu redor e bateu a preocupação de ser flagrada, me recompus rapidamente erguendo meu short, voltei minha preocupação para o cão que ainda estava com todo aquele pau exposto, que maravilha de cacete, minha tia estava para chegar e receava que ela desconfiasse de algo se o visse naquele estado, comecei a acaricia-lo na cabeça, e ele me lambia a mão e só de sentir novamente sua língua quente e molhada foi o suficiente para me acender novamente, sem o menor pudor e preocupação arriei novamente meu short e em um segundo eu já estava de quatro debaixo dele, ele parecia saciado e não estava mais tão afoito como antes, com o braço voltado para trás agarrei seu pau e comecei a esfrega-lo na minha xana que ficou ensopada pelos jatos que ele ainda expelia, eu estava disposta a senti-lo dentro de mim e perder a virgindade ali mesmo e tentei enfia-lo em mim, deu certo e pude senti-lo na entrada da minha vagina, mas senti uma pequena dor e recuei não tive coragem e continuei apenas esfregando-o em toda minha xana sentindo seu líquido escorrendo e me lambuzando ainda mais, senti um novo orgasmo chegando e gozei novamente como antes ao ponto de quase desfalecer de prazer e gozo, me mantive de quatro por alguns segundos absorvendo o gozo e recompus novamente me levantando e me vestindo ao mesmo tempo, me afastei e entrei para a casa preocupada em me lavar, passei pela sala e as crianças estavam apagadas diante da TV, fui para o banheiro tomar um banho e trocar meu pijama que estava todo lambuzado, cheio de pelos e com o odor dos nossos líquidos, ainda no banho me masturbei novamente para conter o êxtase que sentia.
Fiquei por mais alguns dias na casa da minha tia me deleitando com meu brinquedo sexual, havia descoberto uma forma incrível e de alto potencial de prazer, não tive coragem de deixa-lo me penetrar, mil coisas se passavam pela minha mente, entre elas até a possibilidade de ficar grávida, mas foi um acontecimento que me marcou e me fez enxergar esta grande possibilidade de um prazer intenso, alguns anos depois acabei transando com um namorado e liberta do medo de não ser mais virgem pude então me entregar a outro cão, mas esta parte vou continuar a escrever com detalhes em outra ocasião.              

Vesatiro

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